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Archive for the ‘inclusão social’ Category

Um encontro inclusivo e com muitas informações para compartilharmos no dia 16 e 17 de Setembro de 2016:

I Encontro Nacional de Agenesia, Familiares e Pessoas com Deficiência.

Palestras e Propostas em Educação, Saúde, Esporte, Lazer, Política e Direitos da Pessoa com Deficiência com participação de pais, associados, profissionais (médico genetecista e em doenças raras, psicólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, além da equipe do projeto de impressão 3D e doação de dispositivos de apoio protético e especialistas relacionadas à inclusão e acessibilidade da Pessoa com Deficiência.

Momento de integração com Fórum de Discussão e oficinas de recreação com crianças e voluntários.

Inscrição: http://goo.gl/NgIBj7

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Local: Auditório do Campus Garcez do Grupo Uninter, Curitiba, PR.
Dia 16 das 18:00 às 22:00 horas
Dia 17 das 08:00 às 17:30 horas.

Convite e Programação acessível para leitor de tela:

ASSOCIAÇÃO DAR A MÃO
Uma rede de apoio à diferença de membros superiores e inferiores
Convida, juntamente com seus parceiros, para o I Encontro Nacional de Agenesia, Familiares e Pessoas com Deficiência

Local: Rua Luiz Xavier, n0 103, Centro – Curitiba/PR
Auditório do Campus Garcez da UNINTER

DATA: 16 e 17 de Setembro de 2016

Inscrição aberta: http://goo.gl/NgIBj7
(*) Para os inscritos e credenciados durante o evento receberão os Certificados de participação (até 15 horas):
- pela UFPR – “Evento de Extensão/Formação Profissional”
- pela UNINTER – “Evento de Extensão de Inclusão e Saúde”.

PROGRAMAÇÃO:
16 de Setembro de 2016 Sexta-feira        
18:00 – 19:45 - Inscrição e credenciamento

- Lanche de boas vindas - Compartilhado (*)
(*) Solicitamos a todos para levarem um prato de salgado/doce, sucos, chás ou outras bebidas (menos alcóolicos) para realizarmos juntos uma confraternização / momento social.

19:45 – 21:55 - Abertura e palavras de bem-vindo aos participantes e convidados
- Composição da mesa: apresentação dos convidados de honra
- Hino Nacional
- Apresentação dos convidados especiais e dos apoiadores
- Palavras dos convidados
- “Parabéns” – Um ano da Associação Dar a Mão.

21:55 -22:00 Continuidade do evento no dia seguinte.

Dia 17 de Setembro de 2016  Sábado      
07:30 - 08:00 Inscrição e credenciamento

08:00 – 08:15 Tema: Apresentação da Associação Dar a Mão
Mesa: Geane Poteriko, Osni Adriano Ferreira e Nelson Rosa Júnior

08:15 – 08:30 Tema: Comissão de Acessibilidade Lions, SIANEE/UNINTER e Projeto Dar a Mão
Mesa: João Carlos Cascaes, Leomar Marchesini e Lucia Miyake

08:30 – 09:30 Tema: Associações, Instituições e Projetos multiplicadores por determinação e dedicação de Mães
Mesa: Noêmia Cavalheiro, Shirley Ordônio, Patricia Krebs Ferreira, Daiane Koch e Geane Poteriko  - Mediadora: Noêmia Cavalheiro

09:30 – 10:25 Tema: Doenças raras e genéticas: conceitos, pós diagnóstico, acompanhamento e conscientização com Dr. Rui Fernando Piloto - Mediadora: Daiane Koch

10:25 – 10:30 “Surpresa” do LIA – Lazer, Inclusão e Acessibilidade

10:30 – 10:40 Intervalo

10:40 – 11:25 Tema: Novo Marco Regulatório para o Terceiro Setor, em vigência a partir de 2016 com Dra. Rosângela Wolff Moro. Mediadores: João Carlos Cascaes e Leomar Marchesini

11:25 – 12:15 Tema: Motivação, Experiências e a realização profissional

Palestra-1: Transformando dor em luta com Dra. Fernanda Rigo Tolomei
Palestra-2: Saúde em todas as perspectivas com Prof. Dr. Paulo Bataglin Machado. Mediadora: Shirley Ordônio

12:15 – 13:45 Intervalo – Almoço

13:45 – 14:00 Inscrição e Credenciamento

14:00 – 14:45 Tema: Qualidade de vida e estimulação de crianças com agenesia de membros. Mesa: Dra. Regina Rigo Tolomei, Sra. Rosimeri Mangueiroski, Dra. Janaina Carvalho e Dra. Iris Miyake Okumura. Mediadora: Geane Poteriko

14:45 – 15:30 Tema: Os caminhos para os atendimentos e acessibilidade
Palestra-1: Procedimentos para o atendimento da pessoa com deficiência: Direitos, dever e encaminhamento, com Sra. Daiane Kock.
Palestra-2: Acessibilidade: um caminho para todos com Arquiteto Urbanista Ricardo Tempel Mesquita

15:30 – 15:40 Intervalo

15:40 – 16:50 Tema: Elaboração de dispositivos de apoio protético, mioelétrico e serviços de reabilitação
Mesa: Eng. Marcelo Botelho, Sra. Mariângela Fernandes Martins Gabriel, Dra. Paula Vincenzi Gaiolla e Dr. Paulo Gaiolla e Dra. Camila Miranda Almeida.
Mediador: Marcelo Botelho

16:50 – 17:40 Fórum de discussão A: Dispositivos de apoio e a equipe multidisciplinar: conquistas e desafios
Mesa: Eng.Marcelo Botelho, Dra.Valeska Cardeal Santana Lazoski e Eng.Gustavo Roos  - Mediadora: Profa.Lucia Miyake

17:40 – 18:25 Fórum de discussão B: Inclusão Escolar, encaminhamento profissional, empregabilidade e constituição familiar 
Mesa: Profa. Leomar Marchesini, Sra. Gracy Kelly da Silva, Prof. Paulo Ross
- Mediador: Prof. Dr. Paulo Ross

18:25 – 18:30  Palavras de Encerramento


Outras Atividades no Sábado:
09:00 – 18:30 Oficina de Recreação Infantil
10:25  “Surpresa” do LIA – Lazer, Inclusão e Acessibilidade

Coordenação Geral:  
Geane Aparecida Poteriko da Silva (Associação Dar a Mão)
Rosângela Barradas (Associação Dar a Mão)

Coordenação Técnica:          
Maria Lucia Miyake Okumura (NPOTA PPGEPS/PUCPR)
Paulo Ricardo Ross (SETOR EDUCAÇÃO/UFPR)
Leomar Marchesini Zuravski (SIANEE/UNINTER)
Rodrigo Berte (Escola Superior de Saúde Meio Ambiente Sustentabilidade e Humanidade/UNINTER)

Cerimonial: Leomar Marchesini Zuravski

Parceiros:
- Comissão de Acessibilidade Lions Clube Curitiba Batel
- GRUPO UNINTER
- UFPR – Setor Educação
- NPOTA - Núcleo de Pesquisa de Produtos Orientados para Tecnologia Assistiva PPGEPS/PUCPR

Apoio:
- AFAG Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves
- AIR LIQUIDE 
- Ambulatório da Síndrome de Down do HC/UFPR
- LIA Lazer, Inclusão e Acessibilidade
- E-NABLING THE FUTURE
- OBADIN Organização Brasileira de Apoio às Pessoas com Doenças Neuromusculares e Raras
- REVIVER Down
- SESA Secretaria de Estado da Saúde

Contato: associacaodaramao@gmail.com - (43) 9846-9220

 

 

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Nothing about Me, without Me.
(Nada sobre mim, sem mim!)

Ouvi a frase “Nada sobre mim, sem mim” usada em uma das perguntas no CTI (Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer), no encontro “Manhã de Inovação”, que lembra muito a frase “Nada sem nós, sem nós”. Mais tarde, encontrei a frase em título de artigos e livros contextualizando assuntos da área de saúde e educação. Assim, quero direcionar a frase, também para abordagem de Inclusão/acessibilidade.

Contextualizando (Okumura, 2013): “NADA SOBRE MIM, SEM MIM” refere-se a participação da PcD (pessoa com deficiência), que é prioridade quando se trata de inclusão/acessibilidade, seja como agente ou beneficiário! e “NADA SOBRE NÓS, SEM NÓS”, vamos fazer acontecer sem burocracia.

Se oportunizarmos para engenharia com víes para Projetos e Desenvolvimento de Produtos inclusivos, a frase “Nada sobre mim, sem mim” encaixa-se perfeitamente na situação de projetar os produtos com a participação da PcD (pessoa com deficiência). Esta participação de PcD possibilita melhor embasamento, principalmente no levantamento das necessidades do usuário para compor em requisitos do produto e, também, na qualidade exigida (Okumura, 2012).

** Para Cidadania e Inclusão:  estão em identificar as qualidades do sujeito, e não colocar a característica da deficiência na frente. A identificação da qualidade e habilidade da pessoa é que conduz para a educação,  profissão que o indivíduo está pronto para assumir. Quanto a característica da deficiência, remete para tirar as barreiras, em providenciar as condições necessárias de acessibilidade para exercer atividade de cidadania (Okumura, 1ºSeminário de Tecnologia e Acessibilidade, IEP-Instituto de Engenharia do Paraná, Out/2013).

** Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato… Ou toca, ou não tocaClarice Lispector

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Aula de PCP para PcD

No dia 5/8/2013 foi a última aula do módulo de PCP (Planejamento e Controle da Produção) para uma turma muito especial, e também são funcionários de uma empresa da região. Esta turma é composta de 22 pessoas com deficiência (PcD). Estavam lá, pessoas com deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física e deficiência intelectual, que participaram do curso de qualificação oferecida pela empresa. Juntamente, estava presente em todas as aulas, uma intérprete de Libras, muito atenciosa, que me auxiliou para comunicar com os surdos.

No entanto, a minha surpresa foi que este pessoal é muito engajado e esforçado, em busca de melhorar a vida profissional, pois muitos deles frequentam outros cursos à noite, como de graduação ou ensino médio, e ainda têm outras atividades para complementar a renda familiar. 

Desenho do Delmar

Na despedida, recebi este desenho do aluno Delmar, que fica como lembrança e carinho da classe. (Descrição da imagem: o desenho feito a lápis numa folha de caderno. É um desenho de paisagem com flores, pato e seus filhotes no rio. Na parte superior, está escrito a frase “As belezas da natureza e os olhos de quem a admira são obras de ‘Deus'”, abaixo, está a assinatura do aluno e a data).

Enfim, a inclusão é isso, a integração de todos que favorece a todos.

Obrigada a todos, pela oportunidade, e, apesar de poucos dias, foi um grande prazer estar com vocês!!!

(*Okumura, M.L.M.) Aprendizado e experiência: para cada pessoa com deficiência apresenta uma característica diferente, mesmo categorizada no mesmo tipo, assim a visão distorce numa imensa complexidade para avaliar ou criar um método de pesquisa/ensino/trabalho. Mas, aproximando-se e explorando cada caso, percebo como é maravilhoso identificar as especificidades (detalhes), que estão inseridas em cada pessoa, e isto, tende a completar o constructos das avaliações e os métodos. Destarte, o contato e o relacionamento é o primeiro passo para elaborar o esboço informacional do projeto e… considerando as palavras do Miguel Arroyo, que “antes do ser aluno é com uma pessoa que estamos lhe dando” – Estarei melhor preparada para a próxima turma! (Jul 2013: mód.gestão industrial com 22 PcD DA/DF/DI/DV em uma única classe) Lumiy.

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Aprender com as diferenças: Invisibilidades

Marta Gil (*)

A “invisibilidade” na área da Deficiência já se tornou uma velha conhecida. 
As pessoas com deficiência a sentem na pele, nas mais diversas situações; os que estão perto delas ou trabalham na área têm muitas histórias dela para contar.
Para Harry Potter e seus amigos, a invisibilidade trazia vantagens e, portanto, era desejável: com a capa mágica, podiam se aventurar, descobrir segredos e identificar vilões. 
A capa os protegia, dava acesso a informações preciosas ou mesmo favorecia escapadelas.
Não é esse o caso das pessoas com deficiência. Porém, já que repetimos tantas vezes essa afirmação e até comprovamos sua ocorrência, vale a pena refletir sobre isso.
Mas, por que usar o plural? Porque acho que há dois tipos de invisibilidade.
A nossa velha conhecida é aquela que ignora as características das pessoas com deficiência, camuflando-as com frases como “Para mim, todos são iguais”; “O que me interessa são pessoas”; “Trato todos do mesmo jeito” ou variações parecidas. 
Essas frases, que aparentemente traduzem sentimentos louváveis, podem esconder um perigo, embora as intenções de quem fala sejam as melhores e as mais nobres possíveis.
Perigo? Como assim?
Ele reside na não consideração de características que fazem parte da natureza da pessoa com deficiência.
Se os traços diferenciais são “pasteurizados” em nome desta igualdade que não respeita a diversidade – ao contrário, passa um trator sobre ela – então essas características ficam, sim, “invisíveis”.
Resultado: escolas (e demais espaços sociais) não têm materiais em braile, em português simplificado ou com audiodescrição; surdos não têm intérpretes de Libras; rampas, elevadores, softwares, pisos podotáteis nem são contemplados em orçamentos, etc.
Como alerta Reinaldo Bulgarelli: 
As pessoas não são “alminhas vagando por aí”; têm corpos, características, desejos e necessidades, que formam sua identidade. 
Quando esta não é sequer considerada em nome de uma suposta “igualdade”, elas se tornam “invisíveis” porque algumas de suas características são solenemente ignoradas. 
Aí, a presença nos espaços sociais se torna difícil ou até mesmo inviável, para muitas. Isso explica porque nem sempre são vistas por nós.
Esse tipo de invisibilidade deve ser combatido, sempre. 
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que o Brasil ratificou com equivalência constitucional é o instrumento mais potente que dispomos para garantir a visibilidade. 
A Convenção traz um novo olhar, tendo como base os Direitos Humanos.
Um de seus pilares é a Acessibilidade, em todos os significados do termo. A ausência de acessibilidade configura discriminação – e discriminar é crime. Simples assim.
Ana Paula Crosara, que tinha uma deficiência física, costumava dizer que esperava o dia em que entrar e sair de um carro fosse algo corriqueiro, deixando de ser “um espetáculo”, que atraía olhares curiosos.
Esse outro tipo de “invisibilidade” é desejável, pois vem da naturalidade: indica que as condições para que as pessoas com deficiência possam participar da sociedade estão asseguradas. 
Assim, elas podem “aparecer” e todos podemos conviver com tranquilidade, segurança e respeito.
A “invisibilidade desejável” beneficia a todos, porque considera a diversidade funcional de cada um. 
Ela cria um círculo virtuoso: ao olhar de frente o diferente, a sociedade inventa alternativas e busca soluções; à medida que a acessibilidade aumenta, mais pessoas entram na roda e a diferença passa a ser percebida e celebrada como parte da riqueza da Vida.
Para termos direitos iguais, nossas diferenças precisam ser vistas, reconhecidas e aceitas.

(*) Marta Gil: Socióloga, consultora na área da Deficiência, coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, Fellow da Ashoka Empreendedores Sociais, colaboradora do SENAI-SP e do Planeta Educação.

Divulgação autorizada pela autora e publicada no Planeta Educação.
Disponível em: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=2285

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Pessoa Inclusiva

Hoje, de manhãzinha, recebi o e-mail do professor Alzer, e como sempre, cheio de ânimo escreveu uma crônica, que enquanto a lia, parecia como estivesse enviando os melhores raios do Sol no amanhecer deste domingo. Assim, com a autorização do autor, resolvi postar a crônica “Acordar mais feliz” e também contar um pouco deste professor, uma pessoa inclusiva.
 Professor Alzer tem o costume de acordar muito cedo; diz ele que gosta de assistir reportagens sobre ciências na TV. No entanto, além da TV, ele divide a atenção com a Biblioteca Digital Inclusiva Virtual Books – BDIVB, o qual é o idealizador. A BDIVB completará 3 anos de atividade em julho deste ano, que disponibiliza às pessoas com deficiência visual, o acervo de mais de 3500 títulos digitalizados de diversas áreas. Mais informações encontra-se na Rede Sacihttp://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=25973

Acordar mais feliz
por Alzer Augusto dos Santos

– Puxa acordei hoje com mais prazer do que nos outros dias!!
Foi um acordar para a vida? pergunto-me?
 – Na prática de nossas ações cotidianas o levantar pela manhã é um hábito que, fazemos em maioria ao levantar a tarde mas, acordar com mais alegria talvez ainda não seja uma grande maioria acredito eu!!
 – A vida revela desafios muy difíceis mas, saber sofrer nela parece um desafio também muy difícil para todos e não só para quem não vê!!
Ver com outros sentidos é também promissor mas, ver ou como dizem enxergar com olhos de alegria nas pequenas paisagens que vamos domando e “vendo”, é também um dialeto que, devemos aprender em nossa jornada …
 O cego e deficiente visual como queiram é capaz sim!! Mas, enxergar com lógica de ciência mesmo que seja parcial é “lucro”, na certa das certidões humanas ok?
Fazer da vida um estudo do “mar”, é conhecer sombras ou visões outras que não as do ser vivo com saúde física e moral mas, deixar de enxergar que o mau existe é fazer alusão a fantasias de perfeição algo destruidor de muitos mundos e ainda o será !!
 – Conviver com lógica de razões sem fundamento e comprovação nem científica nem pelo senso comum não é de todo ruim mas, o que brota de nossas mentes alguma origem no senso-comum tem por isso, não deve ser ignorada nem maltratada ok?
– Tocar os olhos de quem ama é provar do gosto da alma do ser que queremos bem!!
Mas, para quem não tem os olhos físicos o sofrimento existe sim!! Mas as compensações também existem!!
 Muitas vezes acoados pela ingratidão de grupos egoístas e impuros de sentimentos participativos (não é ocaso da virtual books, vila torrentes e pt global ok?), bem, falamos dos grupos mesmo “participativos”, não se conectam na realidade de um mundo sem barreiras e fronteiras mas, isso tende a diminuí em nossas sociedades !!
 Dizer que acordamos bem!! É para bom entendedor isso porque estamos falando objetivamente bem, dizer sou feliz não é mais inseguro em um mudo dominado até então pela tristeza de sacrifícios outros ok?
Sou sim feliz pois tenho a esperança de dias melhores e a realidade já transformada é o que devemos pensar !!
Por fim, saber ganhar com bons “olhos”, é fazer da vida um vaso legitimo de felicidade e algo mais a dizer …

zer.
15/01/2012.

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Comecei o mês conhecendo os calouros de pedagogia na recepção promovida pelo departamento do centro acadêmico – DCA da universidade, onde fui convidada para auxiliar numa das atividades –  a oficina de Braille. Foi um dia proveitoso, pois o professor convidado para a palestra foi o Prof. Paulo Ross que espalhou o espírito do professor acolhedor, dedicado, inclusivo, intuitivo, integrado, multidisciplinado, carinhoso, pluralista etc, (… encantador e convincente  para os ouvintes confirmarem o desejo de fazer o curso de pedagogia). 

No entanto, o que me chamou a atenção: vi  o pessoal do DCA, alunos veteranos da pedagogia, falando em Libras para não atrapalhar a palestra, e durante a oficina de Braille, percebi o interesse dos alunos de querer compreender os pontos em relevo, pois apenas explanei, em pouco tempo, a formação dos pontos. Todos foram muito bem, conseguiram transcrever palavras e,  até frases, que foram distribuídos em Braille. Ainda, soma-se as perguntas dos alunos durante a palestra sobre a inclusão escolar, as diferentes limitações de cada aluno, perceber a comunicação básica necessária, etc.

Então, o processo de inclusão está fluindo, os futuros professores estão sendo preparados desde os primeiros dias do seu curso de pedagogia para educação inclusiva. Talvez, seja os primeiros passos para o processo de uma sociedade menos excludente, onde todos estarão encaminhados a ter uma vida social e profissional sem discriminação.  Seria ideal, se tão breve,  realizasse o conceito de uma escola, defendida por muitos autores,  que estabelecesse o ensino básico com música, teatro, artes, cultura, esporte, contato com natureza, etc, juntamente com todos os alunos, pois o relacionamento social estimulariam para o desenvolvimento interpessoal e preparariam para formação de cidadãos que reconhecem o limite de cada indivíduo na normalidade, simultâneamente, ou seja, a compreensão de cada ser singular nas transformações produzidas pelo ambiente convivido naturalmente e socialmente. Isto seria, uma educação de qualidade, tendo uma visão de deficiência e diferença, e a aplicação de métodos para atender e responder às necessidades individuais do educando, o qual o desenvolve e capacite para encaminhar na sociedade. Não esquecendo da escola especial, o local que concentram conhecimentos e experiências, e reconhecem as limitações que, entre muitos, podem ser amenizada ou conduzida para executar de forma diferente as atividades –  no caso para o aluno com deficiência visual (DV): orientação e mobilidade – o uso da bengala, Braille, atividades de vida diária, soroban, informática, etc. Afinal, cada aluno tem a sua especificidade, portanto a escola especial seria o braço para o apoio da escola “ideal”, o qual o local possibilitaria a pesquisa e práticas para os futuros professores e, inclusive, a integração familiar. Também, comento dos centros de atendimento/apoio escolar, ao meu ver – diferente de escola especial, é o local que complementa os estudos da classe, onde as atividades são facilitadas para o entendimento do aluno (caso de codificar os exercícios em Braille para aluno com DV), e se possível, estar no mesmo local da escola. Desta forma, todas as escolas, tanto a regular/escola especial/centro de apoio escolar, têm atividades e funções importantes para o aluno especial, assim, talvez o ideal, seria se todas as escolas estivessem juntas, regular+especial+centro de apoio, na mesma escola, ou no mesmo local para que não configure, em nenhum momento, um ambiente segregado. Um tanto utópico, mas penso que um dia estará acontecendo, como ocorreu a emancipação de várias categorias na história, até lá, posso sonhar. 

O resumo da palestra aos calouros encontra-se no Blog do Prof. Paulo Ross: http://profpauloross.wordpress.com/2011/03/10/resumo-da-palestra-aos-calouros-de-pedagogia-da-ufpr/

“A complexidade humana não poderia ser compreendida dissociada dos elementos que a constituem: todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana” – Edgar Morin

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Apoio ao Paulo Romeu, referente a audiodescrição:

Divulgação da Carta aberta aos Ministros das Comunicações e de Direitos Humanos

http://blogdaaudiodescricao.blogspot.com/2011/02/carta-aberta-aos-ministros-das.html

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