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Conviver com a diferença

Podemos mostrar ao mundo como é possível conviver com a diferença, sem anulá-la nem absorvê-la, sem impor valores   (Wim Wenders).

Nos dias de hoje, ouvimos muito o termo “Educação Inclusiva”, assim compartilho a definição e a expectativa das autoridades mundiais acerca deste tema que retirei do Relatório da UNICEF (2012), Todas as crianças na escola em 2015: iniciativa global pelas crianças fora da escola. Este relatório tem um forte viés diante do ODM (Objetivo de Desenvolvimento do Milênio), principalmente relacionada a Educação Básica, ou seja, no Brasil encontra-se como meta para ser alcançada no Ensino Fundamental que visa o acesso, permanência, aprendizagem e conclusão da Educação Básica na idade certa, e está no “Direito de todas e de cada uma das crianças e dos adolescentes”.

Educação inclusiva: Segundo o site do MEC, a educação inclusiva constitui um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis.

“De acordo com a Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva adotada pelo MEC em 2008, a prioridade para a inserção de crianças e adolescentes com deficiência na escola é matriculá-las em classes comuns do ensino regular e oferecer atendimento educacional especializado em salas de recursos em horário complementar.
Além de ser um direito garantido pela Constituição, a inclusão é um conceito defendido por educadores do mundo todo. A convivência de crianças com algum tipo de deficiência com outras de sua idade semdeficiência é importante tanto para o desenvolvimento social e educacional de ambos os grupos como para diminuir o preconceito. Os defensores da educação inclusiva também apontam que a chegada dessas crianças estimula a escola a tratar melhor a diversidade, respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno, independentemente do grupo social a que ele pertence” .

O Relatório da Unicef encontra-se disponível no link:  http://www.unicef.org/brazil/pt/br_oosc_ago12.pdf

Reflexão-1: “A beleza das pessoas está na capacidade de amar e encontrar no próximo a continuidade do seu ser (Fênix Faustine).

Reflexão-2: A prática da parábola “O bom samaritano” (Lucas, 10), define que “muitos como o Fariseu , o Sacerdote e o Levita, que eram os intelectuais da época, ficariam sem entender a profundidade da filosofia Cristã. Ao passo que homens simples como o Samaritano, que não tinha cultura , mas possuía um bem inestimável, que era o coração bem formado para o amor ao semelhante” (…) “O Samaritano não falava a língua dos anjos, não profetizou, não demostrou conhecer ciências e filosofias, e entretanto foi realmente o anjo do Próximo” (http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia20.htm).

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